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Taxa de desemprego no Japão avança para 4,7% em abril

SÃO PAULO – A taxa de desemprego no Japão saiu de 4,6% em março para 4,7% um mês depois, com ajuste sazonal. Vale notar que o país sente o impacto do terremoto e tsunami, registrados no terceiro mês deste ano.

O ministério japonês de Assuntos Internos e Comunicações destacou que os resultados excluem as três prefeituras mais afetadas pelo desastre de 11 de março – Iwate, Miyagi e Fukushima.

O contingente de desempregados estava em 3,09 milhões em abril, uma queda de 300 mil pessoas perante um ano antes. O número de empregados se encontrava em 59,94 milhões no mês passado, com elevação de 70 mil na comparação com mesmo período do calendário anterior.

 

Fonte: Valor Online

 

Bolsas asiáticas sobem, mesmo com revisão de rating do Japão para corte

SÃO PAULO – Os principais índices acionários da Ásia encerraram o pregão desta terça-feira (31) em forte alta, com perspectivas melhores para a indústria japonesa e aumento nas tarifas de energia na China.

No Japão, os negócios foram impactados positivamente por uma pesquisa elaborada pelo governo, a qual apontou que a indústria local deve registrar um aumento de 8% na produção em maio e 7,7% em junho, o que levaria a produção industrial do país a um patamar próximo ao observado no período pré-terremoto.

Logo após os números, papéis da indústria automobilística chamaram a atenção na ponta positiva, como os da Toyota (+2,10%), Nissan (+2,50%), Honda (+1,98%) e da Mitsubishi Motors (+3,23%).

Assim, o anúncio da revisão do rating do Japão pela Moody’s para possível corte não impactou significativamente o mercado. A agência de classificação de risco justificou o movimento pela perspectiva de crescimento lenta e uma fraca política de redução da dívida pública. No entanto, a decisão não é novidade, já que a Fitch Ratings também colocou o rating do país em perspectiva negativa na última sexta-feira, utilizando-se de argumentos semelhantes.

Ações do setor energético sobem
Na China, o índice Shanghai Composite fechou em alta pela primeira vez em nove sessões, mesmo à espera do PMI (Purchasing Manager’s Index), a ser divulgado antes da próxima sessão. Na última divulgação, o indicador chamou a atenção por sinalizar uma desaceleração da economia chinesa.

Por lá, destaca-se a decisão do governo em aumentar as tarifas de consumo de energia para usuários da indústria, comércio e agricultura, em um cenário no qual se espera que, neste verão, falte energia. Deste modo, as ações de empresas do setor, como as da Datang International Power, Huaneng Power International e Huadian Power International se valorizaram em 1,47%, 1,63% e 1,64%, respectivamente.

%Var Dia Pontos %Var 30D %Var Ano
Nikkei +1,99 9.694 -1,58 -5,23
Hang Seng +2,16 23.684 -0,15 +2,82
Shanghai Composite +1,37 2.743 -5,77 -2,30

 

Fonte: Infomoney

Operadora de Fukushima pede socorro ao governo para bancar indenizações

A Tokyo Electric Power Company (Tepco), operadora do complexo nuclear de Fukushima, formalizou nesta terça-feira um pedido de ajuda ao governo japonês para o pagamento das indenizações por danos causados pelo acidente nuclear, resultado do terremoto seguido de tsunami de 11 de março.

A solicitação foi levada pelo presidente da Tepco, Masataka Shimizu, ao ministro da Indústria, Banri Kaieda, segundo informou a agência de notícias Kyodo. Não se sabe ainda quanto custarão as reparações, mas analistas já estimam que somarão mais de 140 bilhões de reais. O governo japonês indicou que, embora seja responsabilidade da Tepco, é necessário garantir que todas as vítimas recebam compensações.

Para enfrentar os altos custos da crise nuclear, a Tepco já havia anunciado cortes de 50% nos salários dos membros de seu conselho de administração, de 25% para os diretores e de 20% para o restante dos funcionários. Nesta terça-feira, Shimizu afirmou que os vencimentos dos diretores sofrerão novos cortes e que a organização da empresa será reestruturada, o que pode incluir a venda de ações.

O acidente nuclear de Fukushima desalojou pelo menos 80 mil pessoas em um raio de 20 quilômetros a partir da usina. Passados dois meses, a situação em Fukushima ainda não foi controlada. Os esforços agora se concentram em resfriar o reator 1, que pode ser blindado com placas de chumbo para conter o vazamento de radioatividade.

 

Fonte: Veja

 

Toyota quer normalizar produção até dezembro

A Toyota anunciou hoje um planejamento para normalizar a produção dos veículos produzidos no Japão e que sofrem atrasos desde o terremoto que atingiu o país em 11 de março. De acordo com a marca, eles pretendem atingir a normalidade da produção em dezembro ou em um melhor cenário um mês antes, em novembro.

Segundo o comunicado da marca, as plantas nipônicas da Toyota tem trabalhado com 50% da capacidade por conta da falta de peças, enquanto as fábricas norte-americanas trabalham com 30% da capacidade por conta dos problemas com o fornecimento de peças que também são oriundas do Japão. Ainda no comunicado, a montadora diz que 150 peças estão atrapalhando a produção de novos veículos, a maior parte delas, eletrônicos, vedações e componentes relacionados a pintura.

Os japoneses também anunciaram que estão melhorando sua proteção contra esse tipo de ocorrência buscando novos fornecedores em outros continentes. “Nós temos que estar aptos a procurar as peças localmente [Em fornecedores fora do Japão para as fábricas estrangeiras]. E nós gostariamos de pedir aos nossos fornecedores a considerar fábricas fora da ilha”, declarou Shinichi Sasaki, Vice-presidente executivo de compras.

 

Fonte: uol

Exportações japonesas registram queda de 2,2% em março

Desastre interrompe sequência de 16 meses em alta, mas país mantém balança comercial positiva

As exportações japonesas caíram em março 2,2% frente ao mesmo mês do ano anterior, aos 5,86 trilhões de ienes (49,274 bilhões de euros), devido ao impacto do terremoto e do posterior tsunami de 11 de março, informou o governo japonês nesta quarta-feira.

Trata-se da primeira queda após 16 meses consecutivos de crescimento deste indicador, devido às interrupções na produção causadas pelo desastre natural.

Segundo o Ministério das Finanças, a balança comercial do Japão registrou em março superávit de 196,5 bilhões de ienes (1,653 bilhão de euros), 78,9% menor que o índice de março de 2010.

Em consequência da catástrofe, multinacionais como Toyota, Honda e Sony foram obrigadas em março a fechar várias fábricas e a paralisar sua produção.

No terceiro mês do ano, as importações japonesas alcançaram 5,66 trilhões de ienes (47,423 bilhões de euros), quase 12% mais que no mesmo período do ano passado, no que representa o 15º mês consecutivo de alta.

A China voltou a ser o principal destino das exportações japonesas, chegando em março a 1,2 trilhão de ienes (10,109 bilhões de euros), 3,8% mais que no mesmo período de 2010. Nas transações com o Brasil, o Japão registrou déficit comercial de 47,275 bilhões de ienes (395 milhões de euros) em março.

O ano fiscal de 2010 concluiu no Japão em março, um exercício no qual a terceira maior economia do mundo alcançou superávit comercial de 5,39 trilhões de ienes (45,429 bilhões de euros), montante 3,9% maior que o de 2009.

Entre abril de 2010 e março de 2011, as exportações japonesas cresceram 14,9% com relação a 2009, alcançando 67,79 trilhões de ienes (569,201 bilhões de euros). Foi a primeira alta desde 2007 em um ano fiscal tanto para as exportações como para as importações, aumentando 15,9%, aos 62,4 trilhões de ienes (523,786 bilhões de euros).

(com Agência EFE)

 

Fonte: Veja

Tepco bombeia 10.000 toneladas de água radioativa

Líquido é usado para resfriar reatores e impedir a fusão do combustível nuclear

A Tokyo Electric Power (Tepco), empresa proprietária da central nuclear de Fukushima (nordeste do Japão), iniciou nesta terça-feira as operações de bombeamento de 10.000 toneladas de água radioativa do reator 2. Desde o terremoto e tsunami de 11 de março, que danificaram os sistemas de resfriamento dos reatores de Fukushima Daiichi, centenas de milhares de toneladas de água do mar, e depois água doce, foram utilizadas para resfriar os reatores e impedir a fusão do combustível nuclear.

Parte da água contaminada, cujo total é calculado em 60.000 toneladas, inundou a sala de máquinas de três dos seis reatores da central, assim como encanamentos e galerias subterrâneas. A alta taxa de radioatividade impede os funcionários da Tepco de reparar os circuitos de resfriamento nos edifícios. Um porta-voz da Tepco informou que 10.000 toneladas de água contaminada no térreo da sala de máquinas do reator 2 serão transferidas para uma área de tratamento de resíduos radioativos com capacidade para 30.000 toneladas.

Na semana passada, a empresa tentou esvaziar uma galeria técnica subterrânea do reator 2, com a retirada de 700 toneladas de água radioativa. Mas após alguns dias de trabalho, a Tepco constatou que o nível de água não baixava na galeria em consequência dos vazamentos procedente do funcionamento regular dos reatores. O porta-voz da Agência de Segurança Nuclear japonesa, Hidehiko Nishiyama, informou que as operações de bombeamento devem durar 26 dias.

(Com agência France-Presse)

 

Fonte: Veja online

Japão repete os mesmos erros da Ucrânia após a catástrofe de Chernobyl

O diretor do Centro Científico de Medicina Radiológica ucraniano, Vladimir Bebechko, considerou que o Japão está cometendo hoje os mesmos erros no campo da medicina que a Ucrânia, depois da catástrofe de Chernobyl.

“As lições de Chernobyl não chegaram nem sequer ao Japão, que hoje comete os mesmos erros. Isto não obstante ser um dos países mais ricos do mundo e uma das nações mais disciplinadas”, declarou numa mesa-redonda por ocasião do 25º aniversário da catástrofe nuclear ucraniana.

A explosão no quarto reator da Central Nuclear de Chernobyl (norte), considerado o maior desastre na história da energia atómica, ocorreu a 26 de abril de 1986 e provocou fugas de radioatividade que poluíram numerosas regiões da Ucrânia, Bielorrússia e Rússia.

O médico ucraniano apontou como o maior erro dos japoneses o excessivo heroísmo atribuído aos trabalhos de liquidação das consequências da avaria na Central Nuclear de Fukushima, sublinhando que “neles é utilizado um número maior de salvadores do que o necessário”.

“Daí que, não obstante o alto nível de civilização do país e o profissionalismo na abordagem da liquidação da avaria, a envergadura das consequências será significativamente maior do que poderia ser”, precisou em declarações à Agência Lusa.

Segundo Vladimir Bebechko, é impossível passar sem atos de heroísmo em operações deste género, mas “os japoneses sujeitam-se teimosamente a um risco injustificado”.

“As consequências negativas do heroísmo injustificado aquando da neutralização das consequências da avaria na Central Nuclear de Chernobyl deviam ter dado uma lição a toda a Humanidade”, acrescentou.

O cientista ucraniano não descartou a possibilidade da envergadura da catástrofe na Central Atómica de Fukushima-1 poder vir a ser superior ao que aconteceu em Chernobyl depois de abril de 1986.

“O aumento das doenças cancerosas na Ucrânia provocado diretamente pela radiação de Chernobyl foi de 8 a 11% e o Japão deve ter isso em linha de conta”, frisou.

 

Fonte: sapo.pt

Previdência: comissão aprova acordo entre Brasil e Japão

Cada sistema pagará ao beneficiário um montante em sua própria moeda equivalente ao período de contribuição efetuado no respectivo país
Agência Câmara

Brasília, 13/abr – A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara aprovou, na semana passada, um acordo de Previdência Social entre o Brasil e o Japão. Assinado em Tóquio, no ano passado, o acordo passará a tramitar na forma de Projeto de Decreto Legislativo de autoria da comissão.

O acordo facilita o acesso dos cidadãos aos sistemas de previdência social dos dois países. Com isso, trabalhadores que contribuíram para qualquer um dos dois sistemas poderão somar os períodos de contribuição para atingir o tempo mínimo necessário à obtenção de aposentadorias e demais benefícios.

O relator, deputado Luiz Nishimori (PSDB-PR), recomendou a aprovação da proposta. Segundo ele, é cada vez mais comum que trabalhadores contribuam para sistemas previdenciários diferentes, sem completar os requisitos para obterem aposentadoria  em um só país.

Na avaliação do parlamentar, a implementação do acordo corrigirá uma injustiça ao propiciar aos migrantes a possibilidade de somar o tempo de contribuição em dois sistemas e assegurar o benefício.

Pelo acordo, cada sistema pagará ao beneficiário um montante em sua própria moeda equivalente ao período de contribuição efetuado naquele país. Um cidadão que contribuiu por 18 anos ao sistema japonês e outros 18 à previdência brasileira, receberá parte da aposentadoria em ienes e a outra em reais.

O texto aprovado não tem efeito retroativo. Assim, o benefício só terá validade para as contribuições realizadas três meses após a ratificação do acordo.

O projeto, que tramita em regime de urgência, será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário.

 

Fonte: Alternativa online

Operadora de usina no Japão quer controlar crise nuclear até o fim do ano

A operadora da usina nuclear de Fukushima, Tokyo Electric Power (Tepco), disse neste domingo que precisará de nove meses para controlar a crise nuclear originada após o tsunami e o terremoto de 11 de março.

O presidente da empresa, Tsunehisa Katsumata, disse em uma entrevista coletiva em Tóquio que a companhia precisará de três meses para conter os vazamentos e de nove para resfriar totalmente os reatores.

Enquanto isso, o plano é permitir às famílias evacuadas do entorno da usina que voltem às suas casas o mais rápido possível.

“Pedimos sinceras desculpas pelo transtorno. Estamos fazendo o possível para evitar que a crise piore”, disse Katsumata.

Na sexta-feira, a medição dos níveis de radiação no mar próximo do reator número 2 da usina registrou 6,5 mil vezes o limite legal, comparado a 1,1 mil vezes além do limite legal medido apenas um dia antes.

O registro gerou preocupações com a possibilidade de um novo vazamento na estrutura. Desde o início do desastre, os técnicos têm sido impossibilitados de entrar nos edifícios dos reatores.

Neste domingo, a empresa enviará dois robôs controlados por controle remoto para os edifícios a fim de medir o nível de radiação e a temperatura do lado de dentro.

Os robôs da firma britânica QinetiQ são controlados por um joystick como o de videogames e podem realizar tarefas como limpeza de detritos, demolição e teste de radiação.

Crise
O repórter da BBC Roland Buerk, que está em Tóquio, disse que a prioridade absoluta da Tepco é interromper o vazamento de água radioativa para o Oceano Pacífico.

Entretanto, disse o repórter, há dúvidas sobre se nove meses são suficientes para a empresa resfriar os reatores afetados em Fukushima.

O governo japonês tem pressionado a Tepco a liberar um cronograma de resolução da crise, agora classificada no mesmo nível de gravidade que o desastre de Chernobyl, em 1986.

Analistas estimam que a conta de recuperação pode chegar a US$ 300 bilhões – o desastre mais caro da história -, mas o governo japonês afirma que o valor é exagerado.

Na sexta-feira, a Tepco anunciou que começará a indenizar moradores que tiveram de deixar suas casas ou ficar trancados em casa por conta da crise nuclear.

Quase 14 mil pessoas morreram nos desastres e outras 14 mil estão desaparecidas.

No plano diplomático, continuam as demonstrações de solidariedade com o Japão.

A secretária americana de Estado, Hillary Clinton, disse em uma breve visita ao país que acredita na capacidade dos japoneses de emergir desta crise como fez após a Segunda Guerra Mundial.

Hillary foi recebida pelo primeiro-ministro, Naoto Kan, e se encontrou com o imperador Ahikito no Palácio Imperial, um privilégio normalmente apenas concedido a chefes de Estado.

Os EUA enviaram inúmeros navios e aeronaves, assim como 20 mil soldados para ajudar nos esforços de emergência.

Brasil
No sábado, o ministro das brasileiro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, também levou uma mensagem de solidariedade ao povo e ao governo japonês.

Ele disse que o Brasil quer participar de perto da reconstrução do país através da “intensificação da nossa parceria econômica, através de laços comerciais mais estreitos e de cooperação em diversas outras áreas, principalmente a tecnológica”.

Durante uma entrevista coletiva de imprensa, o chanceler japonês, Takeaki Matsumoto, prometeu manter informado o governo brasileiro sobre o problema nuclear na usina de Fukushima e pediu uma redução das restrições brasileiras às importações de produtos japoneses, sobretudo alimentares.

Patriota garantiu que o Brasil não está adotando medidas mais restritivas do que outros países, e que o Brasil está se baseando em critérios acordados pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para restringir a importação de alguns produtos japoneses.

 

Fonte: uol notícias

Índice Nikkei fecha em queda com forte desvalorização das ações de montadoras

SÃO PAULO – O índice Nikkei registrou queda no pregão desta segunda-feira (11), com uma realização de lucro após a alta na sessão anterior. Neste contexto, o pregão foi guiado por uma forte queda nos papéis das montadoras, cujas recomendações também foram rebaixadas por banco de investimento.

As empresas automobilísticas constituem um dos setores mais afetados pelo terremoto no mês passado, no entanto tais impactos ainda não foram totalmente precificados pelos investidores, indicou o Citi a seus investidores. Assim, as ações de empresas como Toyota, Nissan e Honda caíram 2,40%, 2,38% e 2,22%, respectivamente.

Iene e petróleo em alta
Além do mais, o iene continuou a valorização sobre o dólar, fato que prejudica as receitas de empresas exportadoras – que constituem grande parte das companhias do país. Por lá foi divulgado também que os pedidos de máquinas caíram 2,3% em fevereiro, número maior que o esperado.

Por outro lado, os papéis ligados à exploração de petróleo se destacam na ponta positiva, uma vez que o preço do barril de petróleo continua sua tendência de alta. Assim, as ações da Inpex Corporation e da Japan Petroleum Exploration se valorizaram em 2,99% e em 1,71%.

Imobiliárias pesam na China
A sessão na China também foi de perdas, com destaque para o desempenho negativo de papéis do setor imobiliário, após o premier Wen Jiabao alertar que o país precisa intensificar a regulação e o controle do setor, para tentar conter a alta nos preços. Assim, as ações da Poly Real Estate fecharam em queda de 2,22%, enquanto as da Gemdale Corporation caíram 2,15% e as do China Merchants Property, 1,33%.

%Var Dia Pontos %Var 30D %Var Ano
Nikkei -0,50 9.720 -5,21 -4,98
Hang Seng -0,38 24.303 +4,53 +5,50
Shanghai Composite -0,24 3.023 +3,03 +7,64

Fonte: Infomoney